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Parque Mãe Bonifácia

A conservação das áreas florestadas do Parque é de extrema importância, elas representam espécies da fauna do cerrado que necessitam de ambientes específicos para se estabelecerem, com potencial em recursos naturais para sustentação de tais espécies. Apesar da aparente monotonia da vegetação, a flora do cerrado é de enorme riqueza. Entre as espécies localizadas na área do Parque podemos citar: farinheira; sete cascas; lixeira; angico; barbatimão branco; ingá; algodãozinho e sucupira preta.
É também de suma importância sensibilizar as pessoas que utilizam as trilhas do Parque, quanto à necessidade de conservação de tais áreas, pois maiores perturbações acarretarão uma diminuição significativa no número das espécies registradas.
Entre os maiores mamíferos destacam-se: preá; capivara; tatu-galinha; paca e mico. Existem várias espécies de répteis como cobras; lagartos e jacarés, e de anfíbios como rãs; sapos e pererecas. Entre as espécies de aves estão periquitos, frangos-d’agua azuis; beija-flores de garganta verde; coleirinhas; curiós; rolinhas; canários-da-terra, azulões etc.

Fauna&Flora

Infraestrutura

O Parque Mãe Bonifácia abriga hoje a Superintendência de Educação Ambiental - SUEA, ligada à Secretaria de Estado de Meio Ambiente - SEMA, que é responsável pela administração dos parques estaduais urbanos, bem como garantir atividades de educação ambiental nas áreas. O Parque Mãe Bonifácia tem excelente estrutura para atendimento ao público. O local pode ser visitado diariamente das 06 às 18 horas. Não é cobrada taxa de visitação.

•    Trilhas pavimentadas para caminhada;
•    Trilhas de areia para exercícios físicos;
•    Trilhas para observação da fauna e flora;
•    Parque infantil;
•    Aparelhagem para exercícios físicos;
•    Concha acústica;
•    Eventos diversos.

  •    Mirante;

Principais atrações

Recomendações

•    Ao estacionar seu carro certifique-se que está trancado;
•    Evite fazer exercícios ao lado do carro, procure os locais adequados;
•    Caminhe pelas trilhas sempre acompanhado(a)
•    Evite caminhar portando telefone celular;
•    Caso presenciar qualquer atitude suspeita, comunique ao um agente ambiental ou à segurança do Parque.

Mito Histórico

Ainda no século XIX, provavelmente antes da promulgação da Lei Áurea, existiu nas proximidades de Cuiabá um reduto de escravos foragidos, identificado como “Quilombo”, cujo acesso era mantido em grande sigilo, para não ser descoberto  por caçadores de escravos fugitivos, os chamados “capitães do mato”. A sua entrada principal, para não deixar rastros, teria sido feita através do leito de um córrego, o qual situava-se nas proximidades da entrada que dava acesso as vilas de Nossa Senhora da Guia, Brotas e Diamantino. Conta-se que nessa localidade residia uma velha negra, também escrava, e que pela sua idade avançada não era importunada. Por outro lado a velha era requisitada pela sua prática de curandeirismo, não se imaginado que a mesma controlava o acesso dos escravos fugitivos ao quilombo. Essa velha escrava era conhecida como Mãe Bonifácia.

Não é permitido no Parque

•    A utilização de qualquer equipamento de som sem autorização prévia da Coordenação do Parque;
•    Veicular qualquer tipo de propaganda sem autorização;
•    Realização de atividades que propiciem poluição visual, sonora, residual, atmosférica ou hídrica;
•    Danificar instalações ou benfeitorias;
•    Danificar a vegetação, colher plantas, caçar ou alimentar os animais;
•    Degradar de qualquer forma os recursos naturais;
•    Exercer atividade comercial de qualquer natureza, sem autorização prévia da Coordenação;
•    Acender fogo em qualquer local;
•    Introduzir animais, domésticos ou não, na área do Parque, mesmo confinados ou presos à guias;
•    Trafegar com veículos automotores, patins, bicicletas ou similares nas pistas para pedestres.

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